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  • Carlos Sperandio

O anel da esmeralda tem poderes!

(Não, não estou falando do lanterna verde!)


Outrora, embora não tanto tempo quanto quando se usava esse advérbio, vi no facebook uma colega médica se perguntando o porquê dos pacientes se arrumarem para ir ao médico. Dizia a hipocrática que ela era uma trabalhadora como outra qualquer e que os seus pacientes não deveriam tornar a ida à consulta um evento.



Permitam-me meus leitores - desde a senhora sentada na frente do iPad na poltrona do papai na sala de TV, passando pelo colega que me lê esperando liberar a sala no centro cirúrgico no Hospital, até você meu/minha querido(a) - discordar veementemente!


Começarei citando um pensador:


Para mim, o médico ideal seria um homem dotado de profundo conhecimento da vida e da alma, intuitivamente adivinhando qualquer sofrimento ou desordem de qualquer tipo e restaurando a paz por sua presença.
HENRI AMIEL

Amiel não conseguiu definir de melhor maneira do que intuitivamente. Sim, os melhores médicos intuem as coisas imensuráveis, algo na esfera da energia ou, simplesmente, o dom de saber ler o não verbal e - talvez - sentir os hormônios inconscientemente. Poderia discorrer linhas sobre o que penso dessa tal de energia. E de como os médicos mais alinhados com o lado positivo da vida, emanam luz a todos, com isso se tornando ícones nas suas áreas.


Ok, não vou.


Quero escrever sobre o que cientificamente já está muito bem documentado.


Os médicos têm sim um papel fundamental como ferramenta terapêutica e devem sim ser considerados protagonistas em todo e qualquer tratamento de saúde.

Vamos aos fatos:


Dado 1 - Pesquisa da Universidade da Pensilvânia determinou por A + B que os médicos mais empáticos tinham melhores desfechos. Péra, qué isso, painho? Significa que, cientificamente comprovado, médicos que estabelecem melhor vínculo com os pacientes, se colocam no lugar deles, entendem e se solidarizam com o papel do paciente, conseguem ser mais eficazes na resposta terapêutica. E isso melhora desfecho. Salva mais vidas. Que tal?


Dado 2 - E a tal da Homeopatia? O que falar dessa especialidade médica secular que - embora reconhecida pela Associação Médica Brasileira e por suas equivalentes em volta do Globo - ainda não consegue encontrar justificativa científica para sua eficácia? E, mesmo assim, quantos são os adeptos a ela e que não trocam o homeopata por nada? Seria uma ciência charlatã ou seria uma ciência incompreendida? Cada vez mais penso que não adianta medirmos música com fita métrica… e claro, não esqueçamos que o homeopata tem excelente abordagem holística, lendo detalhes da tal da energia que passam despercebidos pelos clínicos incautos! Como disse um dos maiores de nosso tempo, Dr Joao Manuel Cardoso Martins: “o que funciona na homeopatia é a dose de médico que eles impregnam”.


Dado 3 - Sabe o que os professores ensinam aos alunos de Medicina para que eles não sejam processados? Sejam extremamente bons na comunicação. Quanto mais vocês estiverem disponíveis e forem empáticos com o paciente e seus familiares, menores serão as chances de você ser processado. Isso não torna o contato com o médico um evento importante?


Se lido fui até aqui ou o tema lhe tocou profundamente ou você está absolutamente sem sono. Seja um ou o outro, gostaria de seu registro no livro de presença virtual abaixo.


E continuem se arrumando para ir ao médico! (Lembrem-se da Bety, a Rainha)

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